domingo, 3 de maio de 2015

Dinâmica para sala de aula: Duas Rodas




Dinâmicas para conhecimento mútuo e quebra-gelo

Objetivo: Integrar os participantes e apresentação pessoal.

Numero de participantes: É importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o professor ou mediador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”. 



Material necessário: uma música animada, sugestão tocada ao violão.

Desenvolvimento: Formar dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Iniciar a musica, assim solicitar aos participantes para cada círculo girar para um para cada lado. Em seguida quando a música parar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.;

Dinâmicas tornam a sua aula mais criativa e atrativa, fazendo o aluno a gostar do espaço de aprendizagem e assim favorecendo um aprendizado de qualidade.


Abraços,


Sheyla Bernardes 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Dinâmica para sala de aula: "Para quem você tira o chapéu"

Objetivo: Estimular a autoestima.

Materiais: um chapéu e um espelho, o espelho deve estar colado no fundo do chapéu.

Metodologia: O professor animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a pessoa que ver no fundo do chapéu e o porquê, informar que não pode ser revelado o nome da pessoa.
Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo e o professor animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. 
Os alunos chegam a se emocionar depois de dizer suas qualidades. 

Boa aula!Espero que gostem!

Abraços Sheyla Bernardes

domingo, 27 de abril de 2014

PARADIGMAS



Significado de Paradigma na educação: modelo utilizado na educação que acarreta mudanças constantes. Abaixo irei definir dois paradigmas para a reflexão da pratica pedagógica do professor no cotidiano escolar.



PARADIGMAS CONSERVADORES:
- Transmissor do saber.
- É autoritário.
- Centro da Aprendizagem.
- Organiza o conteúdo de maneira lógica.
- Preocupação maior com a quantidade de conhecimento do aluno.
  
PARADIGMAS INOVADORES:
- Reflete sobre suas ações.
- Aprende com os alunos.
- estimula a descoberta.
-Preocupa-se com a formação integral do aluno.
- Facilita a aprendizagem.
- É analista, critico, criativo  e transformador.
- Esta constante Aprendizagem.
- É líder, sem ser autoritário.
- Propõe desafios para si e para os alunos.
- Esta sempre se atualizando
- Esta voltado para um conteúdo significativo para o aluno.
- Preocupa-se mais com a qualidade do conhecimento do aluno.

Convido você a refletir suas praticas pedagógicas enquanto educador e que de fato defina-se e se for necessário mude.


Abraços!

Sheyla Bernardes 

domingo, 15 de setembro de 2013

Síntese: Currículo como processo vivenciado na escola. (Venderlei Elias Nery)




Em uma análise sobre o sentido real de currículo, o que vem em mente é a grade curricular ou divisão de disciplinas, no entanto podemos fazer uma reflexão mais profunda acerca desta questão.
Allthusser (1983) tem uma idéia bem prática da questão do currículo, foi um dos primeiros autores a chamar a atenção para o currículo como aparelho ideológico do estado, a escola como instrumento dominante muitas vezes favoráveis a classe que esta no poder, inserindo seu currículo através da transmissão de conteúdos, em destaque os direcionados as disciplinas dentro da área da humanidade. Um exemplo mais pratico está na organização escolar, onde  a figura do diretor, como autoridade máxima transmite a idéia de que devemos obedecer uma ordem hierárquica. Nidelcoff (1993) destaca a organização escolar por completo como uma forma de currículo que passa a impressão de alunos subjugados e submissos a uma ordem superior, citando como exemplo, as filas indianas, o canto do hino nacional entre outros, deixando a entender que o currículo prepara as pessoas para uma sociedade competitiva, solitária e individualista, um ponto de vista um tanto quanto radical ao comparar o sistema organizacional da escola como ideologia para um futuro submisso, se levarmos em consideração que a organização em si pode ser positiva para qualquer sociedade em contrapartida a uma idéia de liberdade anárquica.
Saindo um pouco do modelo organizacional, temos uma reflexão sobre o método de ensino, onde, o currículo impõe o conteúdo de forma incubada sem relação com a realidade que o aluno deve ser preparado, deixando o refém de uma sociedade dominadora. Em um olhar mais critico e apurado dos fatos, considerando inclusive o currículo oculto, conseguimos enxergar a ideologia da mensagem de soberania superior de uma classe e na outra ponta os dominados, colonizados e escravizados nos livros de historia, fato refletido de uma forma camuflada na sociedade atual. Se concluímos essa reflexão neste momento, teríamos um verídico de currículo como veiculo capitalista da classe dominante, no entanto é necessário que haja uma discussão mais refinada do objetivo da escola no processo de formação de um cidadão para a sociedade, temos a escola também como um instrumento de luta pela ascensão das classes sociais e ideológica, então devemos considerar os conflitos que estas contradições fazem no processo de aprendizagem levando alunos a professores a uma reflexão e uma posição critica em relação aos fatos impostos.
A escola deve ser um instrumento de luta pela democratização e formação dos indivíduos que futuramente deverão estar na frente desta batalha, a sociedade deve estar dentro da escola, e a escola dentro da sociedade, fazendo dessa formas as propostas ideal pela busca de justiça e real democracia. O autor Paro (1997) diz que o fato de apenas a participação na execução de algo elaborado por um alguém “superior” faz com que percamos nossa humanidade, e de certa forma é necessário que haja a reflexão e colaboração no processo de elaboração dos ideais curriculares, tomando muito cuidado com a fragmentação do conhecimento. O professor-aluno é de suma importância neste processo, e deve ser considerado de uma forma mais reflexiva e menos tradicionalista, sendo descrito melhor da forma, professor - aluno – professor, pois é onde ocorre à transmissão deste conhecimento, devemos dirigir o currículo na obtenção da independência social e na formação de seres autônomos.

Fonte: Revista Espaço Academico - Nº 96

Por Rafael Araujo

Abraços




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Governo supera meta e espera 6 milhões de alunos na jornada escolar ampliada


Ao ultrapassar a meta de escolas públicas no programa federal Mais Educação – que era de 45 mil unidades em 2013, e chegou a 49.426 – a expectativa agora é de ter 6 milhões de estudantes do ensino fundamental e médio na jornada ampliada e na educação integral.
A adesão de 4,4 mil escolas além da expectativa e a possibilidade de ter 6 milhões de alunos, diz a diretora de currículos e educação integral do MEC, Jaqueline Moll, também trazem um desafio aos sistemas de ensino municipais e estaduais. O desafio é ampliar o acesso a 100% dos estudantes de cada uma das 49,4 mil escolas. Mas para chegar a isso, segundo Jaqueline Moll, é preciso que as redes acreditem na ampliação da jornada, na educação integral e invistam em recursos humanos e financeiros.

Para motivar secretários de educação, diretores de escolas e coordenadores pedagógicos, a diretora informa que fez um estudo comparativo das notas do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) obtidas pelas escolas que estão no programa desde 2008. Ela cruzou dados de 2009, que foi o segundo ano do programa Mais Educação, com os obtidos no Ideb em 2011, e verificou redução da evasão escolar e melhoria do aprendizado nas disciplinas de língua portuguesa e matemática. “Isso significa que as crianças veem mais sentido no aprendizado escolar e que as atividades propostas são significativas para elas”, diz.
Dois objetivos conduzem o programa “Mais Educação”: induzir a ampliação da jornada escolar e organizar o currículo na perspectiva da educação integral nos sistemas de ensino municipais e estaduais.


domingo, 18 de agosto de 2013

Dinâmica “Autógrafo”


Esta dinâmica “Autógrafo” pode ser aplicada com crianças, adultos ou adolescentes, sem que se altere o conteúdo moral implícito em sua mensagem.

Objetivos: É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão, após a aplicação da técnica.  Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. Ao terminar a aplicação da técnica, os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo, rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal, é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização.

Material: Folha de papel em branco, lápis ou caneta.

Metodologia: O instrutor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote, ao alto, seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade. Verifica se todos os participantes possuem lápis ou caneta. Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome. A vista aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos, pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha. Avisa também que, esgotado o tempo, todos deverão ter suas folhas em mãos. Inicia a atividade e marca o tempo. Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia, com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos, ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista. Passados os dois minutos interrompe a atividade e solicita que todos os participantes confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. Pergunta a cada um deles o número obtido e informa à classe ou ao grupo os três primeiros resultados. Inicia a discussão da técnica, indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido. Receberá, quase que unânime, a resposta negativa. Indaga, então, se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade, pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo, mas não em sua doação.


Conclusão:
 Embora todos se mostrassem ávidos em obterem autógrafos, tiveram que também oferecer o seu, como alternativa para o recebimento. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação, e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido.

Abraços,

Sheyla Bernardes!

sábado, 3 de agosto de 2013

Dinâmica para ultimo dia de aula “Despedida”


Objetivo: Avaliar o momento concreto que está sendo vivido pelo grupo de alunos através da verbalização das emoções e proporcionar um momento para dizer adeus e desejar sucesso na nova jornada que se inicia.






Materiais: Papel e caneta para cada participante.

Metodologia: O professor informa que irá ser desenvolvido uma dinâmica para a despedida da turma, utilizando música, dança, bate-papo e muita criatividade. 
Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo.
O Professor deve orientar que nessa carta, o aluno deve comentar como está se sentindo em relação ao grupo, o que está sendo mais importante, se estava gostando ou não, do que estava gostando ou não, se vai sentir saudade... por quê? E o que mais quiser acrescentar.
Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores.
Lida todas as cartas, pode ser realizado uma confraternização com os alunos.

Dicas: Comentar sobre sentimentos, dificuldades, facilidades, expectativas e outros assuntos que o grupo julgar importantes.

Tempo de aplicação: 25 minutos
Número máximo de pessoas: 15

Número mínimo de pessoas: 2


Abraços,

Sheyla Bernardes!